quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vamos praticar a aceitação?

Algumas situações requerem análise clara, mas apenas a análise não finaliza o assunto. A mente fica repetindo os eventos e ficamos tentando manter nossa objetividade. Mas a aceitação pode clarear os sentimentos subjetivos e nos permitir seguir com nossa vida. Aceitação não significa negar ou reprimir, mas é uma profunda sabedoria em perceber que nada mais pode ser feito em determinadas situações. Tudo o que podemos fazer é aprender com a experiência e seguir o caminho.
Segundo Deepak Chopra em seu livro "As sete leis espirituais do sucesso" você pode praticar a aceitação, dizendo a si mesmo "Hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, fatos como eles se manifestarem. Minha aceitação será total e completa; verei as coisas como são no momento em que ocorrerem e não como eu gostaria que fossem".
Passei esta afirmação para uma ficha que deixo ao lado da cama, antes de dormir, para ler ao me levantar pela manhã. Tenho observado que estou muito mais tranquila e serena com aspectos da minha vida que por mais que eu tentasse não conseguia mudar. Recomendo este exercício para todos aqueles que desejam praticar a aceitação.

Crianças

Se uma criança vive com crítica, ela aprende a condenar.
Se uma criança vive com hostilidade, ela aprende a lutar.
Se uma criança vive com o ridículo, ela aprende a ser tímida.
Se uma criança vive com humilhação, ela aprende a sentir-se culpada.
Se uma criança vive com tolerância, ela aprende a ser paciente.
Se uma criança vive com estímulo, ela aprende a confiar.
Se uma criança vive com elogio, ela aprende a valorizar.
Se uma criança vive com segurança, ela aprende a ter fé.
Se uma criança vive com aprovação, ela aprende a gostar de si mesma.
Se uma criança vive com aceitação e amizade, ela aprende a descobrir amor no mundo.

As crianças aprendem o que vivem!

Extraído do livro Revolucionando o Aprendizado de Gordon Dryden e Jeannettte Vos/ Editora Makron Books

Felicidade e auto estima

Se cada um de nós se dedicasse à solução do problema da sua própria felicidade, seríamos todos felizes. Mas muitos entregam aos outros o problema da própria felicidade e acham que os outros devem resolvê-lo. Porque, por mais incrível que possa parecer, a nossa felicidade não depende dos outros, mas de nós mesmos. Se você está bem consigo mesma, porque tem auto estima e amor próprio, você será feliz em qualquer situação e irá gostar de qualquer coisa. Porque você é a sua melhor amiga e está sempre em sua companhia e então nunca está só. Mas se você não tem auto estima, não se ama e sempre precisa de alguém ou de qualquer coisa fora de si que lhe dê aquela força, aquele amor e, consequentemente, aquela segurança que você própria não desenvolveu, então não somente ficará sempre à procura de alguém ou de alguma coisa que lhe dê tudo isso, como será sempre infeliz, pois jamais encontrará esse alguém ou alguma coisa. Nada e ninguém poderá dar a você aquela estima e aquele amor próprio se você mesma não os tem. Porque a estima e o amor próprio são seus sentimentos. Sentimentos que você tem dentro de você mesma. E que ninguém pode lhe dar. Os outros podem lhe dar uma ajuda inicial. Podem acionar o motor de arranque para dar partida ao motor. Mas é você quem pisa no acelerador e aumenta o giro do motor. É você quem engata as marchas. É você quem imprime velocidade e guia o automóvel de sua personalidade na estrada da vida. É você quem constrói a sua auto estima e seu amor próprio dentro de você mesma. Mas você também pode dar partida no seu motor de arranque. Acumulando vitórias. As vitórias não são os grandes sucessos. Não são a linha de chegada dos vencedores. Não são a coroa de louro, nem o aplauso do público. Não são o degrau mais alto do pódio. São as vitórias que você consegue diariamente contra a solidão, a pobreza, a fome, o cansaço, as derrotas, as desilusões, as injúrias, o desprezo, o sofrimento. São a sua resistência contra as dificuldades. São a sua coragem de enfrentá-las.

Escrever é arte

Escrever é a arte de colocar em palavras o que temos em nossa mente. Colocar idéias para fora, fazê-las se materializar é mais do que apenas simplismente "escrever". A arte faz do artista um criador de coisas que podem mudar ou não o ambiente em que o próprio artista vive. A arte precisa antes de tudo transformar o artista.

Rodrigo Luiz A. Silva

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

TRECHOS DA PALESTRA - Brian Dyson - (ex-presidente da Coca-Cola Co.)

  "Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar... Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.
O trabalho é a única bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima.
Mas as outras quatro são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.
Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida".
Como? Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas.  Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial. Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio. Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração. Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido. 
Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.  Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de suas vidas. Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar. 
Não tema admitir que não é perfeito. Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes. 
Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo.  A melhor forma de receber amor é dá-lo.  A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. 
Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai. 
Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente. 

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