01 Elogie três pessoas por dia
02 Tenha um aperto de mão firme
03 Olhe as pessoas nos olhos
04 Gaste menos do que ganha
05 Saiba perdoar a si e aos outros
06 Trate os outros como gostaria de ser tratado
07 Faça novos amigos
08 saiba guardar segredos
09 Não adie uma alegria
10 Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados
11 Sorria
12 Aceite sempre uma mão estendida
13 Pague suas contas em dia
14 Não reze pra pedir coisa, reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem
15 Dê às pessoas uma segunda chance
16 Não tome uma decisão quando estiver cansado ou nervoso
17 Respeite todas as coisa vivas, especialmente as indefesas
18 Doe o melhor de si no seu trabalho
19 Seja humilde, principalmente nas vitórias
20 Jamais prive uma pessoa de esperança.PODE SER QUE ELA SÓ TENHA ISSO.
21 Chame as pessoas pelo nome.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
21 Dicas de sucesso
Como falar sobre a vida pessoal
Parte do que somos hoje são características herdadas de nossa família, de acordo com nossa criação e educação. O alicerce básico de integridade, honestidade, as normas de conduta e de caráter são frutos dessa criação. Às vezes, o entrevistador pode lançar um assunto que você não sabe como responder. Veja o que fazer em algumas situações.
Frustrações pessoais
Convém, no momento da entrevista, omitir as desgraças, frustrações, infelicidades e traumas de família que poderão emocionar o entrevistador, mas não será motivo para uma contratação. Poderá até mesmo causar dúvidas ou receios em relação à sua pessoa. Quem vem de uma família desestruturada emocionalmente pode criar suspeitas ou dúvidas sobre sua conduta nos relacionamentos interpessoais e profissionais.
Pais separados:
O entrevistador não precisa saber os detalhes, motivos ou insatisfações de seus pais. Você não tem nenhuma parcela de culpa e nem deve se sentir infeliz ou insatisfeito com isso. Relate o fato e não a história em si.
Irmãos:
Diga a verdade. Nunca queira demonstrar excesso de zelo (ou proteção) dizendo - ou insinuando - que todos dependem de você para sobreviver.
Marido:
Se ele trabalha ou não, não importa. O que interessa é seu estado civil e não vida conjugal. Processo de separação ou, qualquer contratempo, não devem entrar na conversa;
Filhos:
Cuidado. Fazer comentários sobre despesas extras, uma babá ou escola particular, por exemplo, pode dar a impressão de pedidos contínuos de aumento de salário ou de saídas freqüentes para resolver probleminhas corriqueiros.
Estudos:
Se você não tiver concluído algum curso, por falta de oportunidade, sorte, dinheiro ou tempo, nunca diga que abandonou. Diga que parou de estudar provisoriamente e que retornará com suas atividades assim que possível. Se estiver cursando alguma coisa, deixe bem claro todos os horários.
Saúde:
Algum tipo de alergia, cirurgia ou afins devem ser conversados e esclarecidos não só com o médico da empresa, como também com o próprio entrevistador.
Seus defeitos:
Nunca seja sincera ao extremo dizendo que é estourada, que não leva desaforos para casa, que é nervosa e, muitas vezes, insegura.
Seu hobby:
Se você adora cinema, teatro, festas, boates, danceterias, badalações, compras, dar presentes, viajar, etc, nunca revele com entusiasmo e determinação para o entrevistador. Ele poderá pensar que seu salário nunca será compatível com seus gastos e necessidades.
Sua personalidade:
Nunca diga que faz qualquer sacrifício e que aceita qualquer coisa em nome da família que tanto necessita de você. Mostre que tem garra, força de vontade, interesse, determinação, integridade, respeito e que você e seus interesses estão em primeiro plano em sua vida. Primeiramente vem você e sua satisfação pessoal e profissional, seus estudos, seu trabalho, sua família... Policie-se: o entrevistador, por mais à vontade que possa lhe deixar, não é seu psicólogo ou terapeuta.
Vida profissional:
Evite falar mal da antiga empresa, do chefe, dos clientes, dos colegas de trabalho... O fato de não fazer mais parte do quadro de funcionários da antiga empresa não te dá o direito de perder o respeito mútuo, sigilo, discrição e fidelidade. Saiba guardar mágoas, ressentimentos, injustiças, fracassos ou decepções à você mesma. Fale sobre seu desempenho profissional, rotina de trabalho, deveres, obrigações, sem a necessidade de soltar o "veneno" em relação a antiga empresa, chefe ou trabalho.
Fonte: livro "Relações Interpessoais", de Lívio Callado
Frustrações pessoais
Convém, no momento da entrevista, omitir as desgraças, frustrações, infelicidades e traumas de família que poderão emocionar o entrevistador, mas não será motivo para uma contratação. Poderá até mesmo causar dúvidas ou receios em relação à sua pessoa. Quem vem de uma família desestruturada emocionalmente pode criar suspeitas ou dúvidas sobre sua conduta nos relacionamentos interpessoais e profissionais.
Pais separados:
O entrevistador não precisa saber os detalhes, motivos ou insatisfações de seus pais. Você não tem nenhuma parcela de culpa e nem deve se sentir infeliz ou insatisfeito com isso. Relate o fato e não a história em si.
Irmãos:
Diga a verdade. Nunca queira demonstrar excesso de zelo (ou proteção) dizendo - ou insinuando - que todos dependem de você para sobreviver.
Marido:
Se ele trabalha ou não, não importa. O que interessa é seu estado civil e não vida conjugal. Processo de separação ou, qualquer contratempo, não devem entrar na conversa;
Filhos:
Cuidado. Fazer comentários sobre despesas extras, uma babá ou escola particular, por exemplo, pode dar a impressão de pedidos contínuos de aumento de salário ou de saídas freqüentes para resolver probleminhas corriqueiros.
Estudos:
Se você não tiver concluído algum curso, por falta de oportunidade, sorte, dinheiro ou tempo, nunca diga que abandonou. Diga que parou de estudar provisoriamente e que retornará com suas atividades assim que possível. Se estiver cursando alguma coisa, deixe bem claro todos os horários.
Saúde:
Algum tipo de alergia, cirurgia ou afins devem ser conversados e esclarecidos não só com o médico da empresa, como também com o próprio entrevistador.
Seus defeitos:
Nunca seja sincera ao extremo dizendo que é estourada, que não leva desaforos para casa, que é nervosa e, muitas vezes, insegura.
Seu hobby:
Se você adora cinema, teatro, festas, boates, danceterias, badalações, compras, dar presentes, viajar, etc, nunca revele com entusiasmo e determinação para o entrevistador. Ele poderá pensar que seu salário nunca será compatível com seus gastos e necessidades.
Sua personalidade:
Nunca diga que faz qualquer sacrifício e que aceita qualquer coisa em nome da família que tanto necessita de você. Mostre que tem garra, força de vontade, interesse, determinação, integridade, respeito e que você e seus interesses estão em primeiro plano em sua vida. Primeiramente vem você e sua satisfação pessoal e profissional, seus estudos, seu trabalho, sua família... Policie-se: o entrevistador, por mais à vontade que possa lhe deixar, não é seu psicólogo ou terapeuta.
Vida profissional:
Evite falar mal da antiga empresa, do chefe, dos clientes, dos colegas de trabalho... O fato de não fazer mais parte do quadro de funcionários da antiga empresa não te dá o direito de perder o respeito mútuo, sigilo, discrição e fidelidade. Saiba guardar mágoas, ressentimentos, injustiças, fracassos ou decepções à você mesma. Fale sobre seu desempenho profissional, rotina de trabalho, deveres, obrigações, sem a necessidade de soltar o "veneno" em relação a antiga empresa, chefe ou trabalho.
Fonte: livro "Relações Interpessoais", de Lívio Callado
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Deixe Secar!
Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
'Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
'Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar a casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
'Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa. '
'Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. '
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impedem que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre:
Deixe a raiva secar.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
'Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
'Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar a casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
'Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa. '
'Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou. '
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impedem que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre:
Deixe a raiva secar.
Marcadores:
amor,
comportamento,
estado de espirito,
Reflexão,
sentimento
Para que Gritar ?
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos :
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ?" "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado ?", questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar :
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa ?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu :
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido ?"
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas ?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê ?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo :
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ?" "Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado ?", questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar :
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa ?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu :
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido ?"
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas ?
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê ?
Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo :
"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Marcadores:
amor,
comportamento,
educação,
estado de espirito,
família,
Reflexão,
sentimento
Segunda Chance
Um empresário chegou em casa e muito cansado, se acomodou no sofá da sala...
Alguns minutos depois, se deu conta que ninguém estava em casa. Nem a esposa e nem suas lindas duas filhas. Carmem de 17 anos e Regina de 15 anos. Foi até a cozinha e não encontrou Dona Maria, a empregada de longa data.
Esbravejando em razão da ausência de todos, teve que preparar seu próprio jantar, na verdade, ele pensou em fazer isso, mas seu cansaço o desanimou e então, foi logo tomar seu banho.
Enquanto tomava sua deliciosa ducha, tentava sem sucesso, se desligar dos assuntos de sua empresa, aliás, sua grande e bem sucedida Empresa.
Após o banho, foi até a cozinha e se serviu de um suco e retornou pra sala, quando começou a sentir uma pontada no peito e a cada passo que dava, a dor aumentava e aterrorizado, percebeu que estava tendo um enfarto.
Tentou se aproximar do telefone para pedir ajuda, mas caiu ao chão. Diante daquela dor insuportável, e ninguém por perto para ajudar, sentiu que a morte era inevitável e enquanto a dor batia forte no peito, notou que uma luz ao longe se aproximava... e enquanto mais a luz se aproximava dele, percebeu que a dor ia diminuindo gradativamente.
A luz era intensa e apesar do medo que o apavorava, pensou em sua mulher e em suas filhas, e chorou... Imóvel. Calado e deitado ao chão, não sentia mais dor...
A Luz estava por toda parte e não se atreveu a se mexer e por ali ficou... esperando a morte chegar...
- Enfarto? Morri de enfarto! Seus pensamentos estavam descontrolados e assim, as imaginações afloravam as idéias. Porém, de uma coisa tinha certeza: Eu não queria ter morrido! Pensou ele!
Lágrimas rolaram de seus olhos e naquele momento de reflexão, viu que apesar de tanta riqueza que tinha, ficou indefeso diante de uma simples dor no peito.
- Aqui estou, inerte esperando a morte chegar. E que me adianta toda a minha fortuna? Não posso me mover... Tenho o poder de mandar em muitos homens e mulheres, mas não posso mandar que essa dor se afaste de mim...
Começou a pensar nas coisas que poderia ter feito e não o fez.
Nas alegrias que poderia ter proporcionado e não o fez.
Nos passeios que poderia ter feito e não o fez.
Nas férias que poderia ter tirado e não o fez.
- O que me adiantou ter casas, apartamentos, carros, fazenda e uma vida de completo luxo?!
Então, lentamente, o brilho daquela luz fui diminuindo... e nervoso, começou a gritar...
- Não, não... eu não quero morrer! Minhas filhas... minha esposa... Por favor não... em fim, a luz se apaga!
O Silêncio e a Escuridão se fizeram presente... De repente...
- Pai... Pai... Acorde!... O Senhor está dormindo no sofá? Pegou no sono Pai?
- Ahhh ... estou vivo? Meu Deus! Minhas Filhas queridas... Minha esposa querida... Vocês estão aqui? Então foi tudo um sonho?
Depois de algum preciosos segundos, aliviado, o Empresário sentou-se no sofá, olhou para suas filhas e sua mulher que estavam assustadas, embora chorando, sorriu e disse!
- Obrigado meu Deus!
Se tem que dizer a alguém o quanto é importante em sua vida, diga HOJE!!!
Aproveite a segunda chance que Deus lhe dá, em cada novo amanhecer de sua vida!!!
Por isso não poderia deixar de vir até aqui, e dizer, que sua amizade é muito importante pra mim!!!
Alguns minutos depois, se deu conta que ninguém estava em casa. Nem a esposa e nem suas lindas duas filhas. Carmem de 17 anos e Regina de 15 anos. Foi até a cozinha e não encontrou Dona Maria, a empregada de longa data.
Esbravejando em razão da ausência de todos, teve que preparar seu próprio jantar, na verdade, ele pensou em fazer isso, mas seu cansaço o desanimou e então, foi logo tomar seu banho.
Enquanto tomava sua deliciosa ducha, tentava sem sucesso, se desligar dos assuntos de sua empresa, aliás, sua grande e bem sucedida Empresa.
Após o banho, foi até a cozinha e se serviu de um suco e retornou pra sala, quando começou a sentir uma pontada no peito e a cada passo que dava, a dor aumentava e aterrorizado, percebeu que estava tendo um enfarto.
Tentou se aproximar do telefone para pedir ajuda, mas caiu ao chão. Diante daquela dor insuportável, e ninguém por perto para ajudar, sentiu que a morte era inevitável e enquanto a dor batia forte no peito, notou que uma luz ao longe se aproximava... e enquanto mais a luz se aproximava dele, percebeu que a dor ia diminuindo gradativamente.
A luz era intensa e apesar do medo que o apavorava, pensou em sua mulher e em suas filhas, e chorou... Imóvel. Calado e deitado ao chão, não sentia mais dor...
A Luz estava por toda parte e não se atreveu a se mexer e por ali ficou... esperando a morte chegar...
- Enfarto? Morri de enfarto! Seus pensamentos estavam descontrolados e assim, as imaginações afloravam as idéias. Porém, de uma coisa tinha certeza: Eu não queria ter morrido! Pensou ele!
Lágrimas rolaram de seus olhos e naquele momento de reflexão, viu que apesar de tanta riqueza que tinha, ficou indefeso diante de uma simples dor no peito.
- Aqui estou, inerte esperando a morte chegar. E que me adianta toda a minha fortuna? Não posso me mover... Tenho o poder de mandar em muitos homens e mulheres, mas não posso mandar que essa dor se afaste de mim...
Começou a pensar nas coisas que poderia ter feito e não o fez.
Nas alegrias que poderia ter proporcionado e não o fez.
Nos passeios que poderia ter feito e não o fez.
Nas férias que poderia ter tirado e não o fez.
- O que me adiantou ter casas, apartamentos, carros, fazenda e uma vida de completo luxo?!
Então, lentamente, o brilho daquela luz fui diminuindo... e nervoso, começou a gritar...
- Não, não... eu não quero morrer! Minhas filhas... minha esposa... Por favor não... em fim, a luz se apaga!
O Silêncio e a Escuridão se fizeram presente... De repente...
- Pai... Pai... Acorde!... O Senhor está dormindo no sofá? Pegou no sono Pai?
- Ahhh ... estou vivo? Meu Deus! Minhas Filhas queridas... Minha esposa querida... Vocês estão aqui? Então foi tudo um sonho?
Depois de algum preciosos segundos, aliviado, o Empresário sentou-se no sofá, olhou para suas filhas e sua mulher que estavam assustadas, embora chorando, sorriu e disse!
- Obrigado meu Deus!
Se tem que dizer a alguém o quanto é importante em sua vida, diga HOJE!!!
Aproveite a segunda chance que Deus lhe dá, em cada novo amanhecer de sua vida!!!
Por isso não poderia deixar de vir até aqui, e dizer, que sua amizade é muito importante pra mim!!!
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